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Será que é amor?

O amor pode ser confundido com insegurança. Muitas vezes podemos colocar expectativas e sonhos na conta do amor, quando na verdade essa conta pertence à insegurança.




Quantas vezes em um relacionamento tomamos decisões e colocamos culpa do nosso comportamento no amor?


Se estamos numa relação onde precisamos cuidar excessivamente da(o) nossa (o) parceira (o). Se precisamos ficar em alerta cuidando do nosso relacionamento para que ele não termine. Se entregamos nossa vida a(o) parceira(o) exigindo que cuide muito mais da nossa vida do que da dela(e). PRECISAMOS TOMAR CUIDADO.


Às vezes podemos achar que estamos agindo pelo amor, quando na verdade estamos deixando a insegurança falar por nós. Nesses casos, podemos até pensar “se é por amor, então vale a pena continuar nesse caminho”. Colocar a razão de nossas atitudes somente no amor pode nos deixar confusas e nos impedir de tomar decisões para mudança.


Muitas vezes esses comportamentos estão baseados na emoção chamada insegurança, e não no amor, como às vezes podemos acreditar. A insegurança é a emoção ou sensação de não estar protegida, segura. Para justificar muitas de nossas ações podemos colocar essas ações na “conta do amor”. Ou ainda podemos criar várias regras que reafirmem nossa insegurança como, por exemplo,… “Se ela(e) me amasse, não faria isso”, “Preciso fazer isso porque o/a amo demais”. Essas nossas regras podem estar ligadas ao medo de ficar sozinha, de ser abandonada ou a uma crença de não ter valor e nunca poder se amada.


Nossos pensamentos, regras, crenças, emoções e comportamentos se transformam num ciclo. Onde podemos ter interpretações distorcidas de nós mesmas e, consequentemente, aumentar nossa insegurança. Por estarmos inseguras podemos passar a exigir que nossa(o) parceira(o) reforce nossa segurança o tempo todo. Esse comportamento de exigência tem o objetivo de diminuir a emoção insegurança, que funciona num primeiro momento, mas logo a insegurança volta, transformando num ciclo. Este ciclo pode deixar nossa relação dolorosa.


O único caminho para ter uma relação baseada no amor e não na insegurança é se amar em primeiro lugar. O amor próprio é o nosso passaporte para a liberdade, inclusive a liberdade de amar o outro. A autoestima é fator primordial para o amor próprio.


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